A solução não está em modismos ou suplementos milagrosos, mas em respeitar a biologia.
A alimentação bioapropriada — ou dieta crua balanceada — devolve ao corpo aquilo que ele reconhece.
Carne, ossos, vísceras, gordura natural, fibras vegetais simples e frutas frescas.
Nada mais.
Estudos científicos comprovam os benefícios.
Pesquisas de Bosch et al. (2018) e Sandri et al. (2016) mostram que cães alimentados com dietas cruas apresentam microbiota intestinal mais diversa, menor inflamação sistêmica, fezes menores e com odor reduzido, melhor saúde bucal e imunidade fortalecida.
O mesmo ocorre com gatos alimentados de forma natural — há melhora no pH urinário, menor risco de cristais e maior hidratação corporal.
Ao contrário, o cozimento destrói enzimas e nutrientes termossensíveis, como vitaminas do complexo B e ácidos graxos essenciais.
E mesmo as “rações premium”, que prometem alta qualidade, continuam sendo produtos ultraprocessados, distantes da forma como a natureza projetou o alimento.
Alimentar de forma natural não é luxo. É fisiologia, coerência e respeito.